Meu livro do mês – O que o sol faz com as flores

Este mês li vários livros diferentes do que estou habituada, um dos que mais gostei foi O que o sol faz com as flores, da autora Rupi Kaur, e simplesmente fiquei encantada com sua forma de escrever. É uma autora jovem, tem apenas 25 anos, mora no Canadá com os pais e quatro irmãos, mas nasceu na Índia.

O livro foi lançado esse mês pela editora planeta, tem 250 páginas e é dividido em cinco partes que são denominadas murchar, cair, enraizar, crescer e florescer. Os textos são curtos, mas de uma riqueza de sentimentos que prende a cada página, a autora imprime todo o sentimento e sua vivência em cada poema.

Não pretendo aqui fazer uma resenha profunda do livro, apenas citar aspectos que mais chamaram minha atenção. Os textos são fortes em alguns momentos e expressam todo o sofrimento vivido por Rupi e sua família ao chegarem a um novo país, falam de deslocamento cultural, sobre aborto de meninas.

Um dos textos traça o aspecto cultural do infanticídio feminino/feticídio feminino de 1790 até 2012, tem um texto é como se fosse a própria autora pedindo que não a abortassem apenas por ser menina. Cada poema lido nos faz pensar em como nos relacionamos com o mundo ao redor e com nossos sentimentos, nossos corpos, nossa família, nossos parceiros, nossos dilemas.

O que eu mais gostei é a forma como ela expõe seus sentimentos conflitantes e sua dor de forma tão crua e simples, sem muitos floreios, sem romancear. Alguns textos tratam da despersonificação da mulher frente a uma cultura que a trata como objeto descartável.

É um livro de leitura fácil e sem muitos mistérios, alguns poemas são bem simples em sua estrutura, no entanto são de uma simplicidade singela e que compõem de maneira substancial a totalidade da obra.

Quer conhecer um pouco mais sobre o trabalho da Rupi, acompanhe-a pelo Instagram @rupikaur_ tem várias fotos e textos.

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Mimos delicados

Mimo é um gesto ou carinho, meiguice, delicadeza, um presente delicado e até mesmo inesperado (definição aqui). E olhando aqui algumas das minhas coisas que mais uso percebi que tenho muitos mimos, pois são um pouquinho do carinho de pessoas que eu gosto e que tiveram esse cuidado em demonstrar que também gostam de mim.

O mimo não é o objeto em si, mas a intenção de demonstrar carinho, tanto de quem presenteia ou mesmo do artesão ou artista que produziu aquele produto e resolvi compartilhar um pouquinho desses mimos que recebi.

Hoje vou mostrar minha Instax Mini 9 que ganhei do meu marido.

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Vou começar por ela porque simplesmente amei recebê-la. Sempre gostei de fotografia e , acho essas fotos delicadas e lindas e dá pra fazer muitas coisas com elas, desde móbile com nossos momentos preferidos (ainda não montei o meu, mas quando montar posto aqui) e até colocar no bullet journal em nossa página de memórias, depois vou postar aqui, além disso elas cabem na carteira, dá pra levar aquele momento especial pertinho da gente.

Captar momentos e registrá-los com ela é meio que “mágico”, a gente fica esperando para ver o resultado e saber como ficou a imagem, uma coisa meio antiguinha, mas que tem um certo charme que não existe mais hoje. Atualmente todas as fotos são tratadas, cheia de filtro e se pode controlar o que se quer capturar, ficam todas parecidas e repetitivas., sem muita espontaneidade.

A Instax Mini 9 tem essa cara meio retrô e essa cor que eu amei, é delicada e bonita. Esse modelo tem opção de selfie, pois tem um espelho que facilita o enquadramento, e uma lente que ajuda na captura de detalhes em pequenas distâncias.

Tem também seletor de ajuste de luminosidade, ela determina automaticamente o melhor brilho para tirar uma foto, para isso basta ajustar o seletor na posição que estiver iluminada.

Ela não tem visor digital, então cada foto será uma surpresa, o tamanho da imagem é 62 x 46 mm e as fotos tem uma moldura que varia de cor conforme sua escolha, pode ser branca, preta, azul ou rainbow, que dá para fazer anotações sobre o momento e personalizar ainda mais suas fotos. Também tem filme monocromático, vou experimentar ainda.

Essa foi a primeira foto que eu tirei, quando cheguei em casa e a encontrei não aguentei esperar me arrumar e fui logo testar, então não reparem na cara de cansados com que saímos. Ah! Também esqueci de colocar a lente macro, mas até que não ficou ruim. Parecia até uma criança com brinquedo novo.

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Bem, era esse mimo que eu queria mostrar a vocês hoje, espero que tenham gostado. Se vocês quiserem curtir as fotos eu vou postá-las sempre que possível no meu Instagran @colorindoideiasbr.