Meus livros de Agosto

Olá!

Esse mês comprei alguns livros que espero logo ler! Na verdade dois deles são sobre lettering, um sobre caligrafia e outro sobre técnica de lettering em giz, então esses não são livros que vou terminar em uma leitura apenas, mas espero ser perseverante e usar todas as técnicas e aprimorar meu conhecimento. Coloquei os livros em forma de lista para facilitar a visualização, espero que goste das dicas.

1- Caligrafia Para Relaxar: Cultivando a Calma e a Alegria Com a Arte da Escrita à Mão – Amy Latta, editora sextante, 204 páginas.

Sinopse: Uma introdução simples e divertida à arte da caligrafia. Unindo técnicas de escrita à mão com textos inspiradores sobre a necessidade de desacelerar e de aceitar a vida como ela é, este livro é uma ótima maneira de cultivar a calma, promover a alegria e celebrar a beleza. À primeira vista, dominar a arte da caligrafia pode parecer difícil, mas você vai se surpreender ao ver como é simples criar lindos projetos. A artista plástica e blogueira Amy Latta usa uma abordagem amistosa e acessível que o tornará confiante para dar os primeiros passos – e logo você estará produzindo verdadeiras obras de arte. Aprenda a criar letras que parecem feitas com pincel, depois acrescente ornamentos, como ramos de folhas, rosas, faixas, fitas, arabescos e penas que vão valorizar muito seus desenhos. Trazendo 46 exercícios explicados em detalhes, este livro vai ensinar a fazer diversos tipos de letras e a utilizar técnicas simples para criar efeitos de luz, sombra, relevo e destaque. Com apenas um pouco de prática, você se sentirá seguro para compartilhar seus trabalhos nas redes sociais, fazer presentes personalizados e até decorar a sua casa. Ao longo desse processo, ainda vai saborear mensagens que vão inspirá-lo a reservar um tempo para si mesmo, liberar sua criatividade e tornar sua vida mais bonita.

Minhas impressões: O livro possui encadernação brochura, tem 24 cm de largura e 23 cm de altura, papel com boa gramatura (não tem especificado) com espaços para realizar as atividades, embora o papel não seja adequado para alguns materiais sugeridos no livros, pois é poroso. A maior parte do conteúdo é bem básica, mas para iniciar no tema ele é bem legal… espero que me ajude a despertar minha criatividade nesse tema, já que a maioria das vezes nem imagino como iniciar um lettering.

2- Como eu era antes de você – Jojo Moyes, Editora Íntrínseca, 320 páginas.

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Sinopse: Aos 26 anos, Louisa Clark não tem muitas ambições. Ela mora com os pais, a irmã mãe solteira, o sobrinho pequeno e um avô que precisa de cuidados constantes desde que sofreu um derrame. Trabalha como garçonete num café, um emprego que não paga muito, mas ajuda nas despesas, e namora Patrick, um triatleta que não parece interessado nela. Não que ela se importe. Quando o café fecha as portas, Lou é obrigada a procurar outro emprego. Sem muitas qualificações, consegue trabalho como cuidadora de um tetraplégico. Will Traynor, de 35 anos, é inteligente, rico e mal-humorado. Preso a uma cadeira de rodas depois de um acidente de moto, o antes ativo e esportivo Will desconta toda a sua amargura em quem estiver por perto. Tudo parece pequeno e sem graça para ele, que sabe exatamente como dar um fim a esse sentimento. O que Will não sabe é que Lou está prestes a trazer cor a sua vida. E nenhum dos dois desconfia de que irá mudar para sempre a história um do outro. Como eu era antes de você é uma história de amor e uma história de família, mas acima de tudo é uma história sobre a coragem e o esforço necessários para retomar a vida quando tudo parece acabado.

3- Nada mais a perder – Jojo Moyes, editora Intrínseca, 400 páginas.

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Sinopse: Na juventude, Henri Lachapelle foi um cavaleiro de raro talento, entre os poucos admitidos na academia de elite do hipismo francês, o Le Cadre Noir. Contudo, reviravoltas da vida o levaram da França a Londres, onde ele agora vive em um simples conjunto habitacional. Sem nunca abandonar o amor pela antiga carreira, aos trancos e barrancos Henri ensina a neta, Sarah, a montar o cavalo Boo, na esperança de que o talento da dupla seja o passaporte para uma vida melhor e mais digna para todos. Mas um grande golpe muda mais uma vez os planos de Henri Lachapelle, e Sarah se vê entregue à própria sorte, lutando para, além de sobreviver, cuidar de Boo e manter os treinamentos. Natasha é uma advogada especializada em representar crianças e adolescentes envolvidos com crimes ou em situação de risco. Abalada emocionalmente e em dúvidas quanto a seu futuro profissional depois de um caso terrível, Natasha ainda tem de lidar com as feridas do fim de seu casamento. Um fim, diga-se de passagem, bem inusitado, já que ela se vê forçada a morar com o charmoso futuro ex-marido enquanto esperam a venda da casa da família. Quando Sarah cruza o caminho de Natasha, a advogada vê na menina a oportunidade de colocar a vida de volta nos trilhos e decide abrigar a adolescente sob o próprio teto. O que ela não sabe é que Sarah guarda um grande segredo que lhes trará sérias consequências.

4- Um de nós está mentindo – Karen M. McManus, editora Galera Record, 384 páginas.

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Sinopse: Cinco alunos entram em detenção na escola e apenas quatro saem com vida. Todos são suspeitos e cada um tem algo a esconder. Numa tarde de segunda-feira, cinco estudantes do colégio Bayview entram na sala de detenção: Bronwyn, a gênia, comprometida a estudar em Yale, nunca quebra as regras. Addy, a bela, a perfeita definição da princesa do baile de primavera. Nate, o criminoso, já em liberdade condicional por tráfico de drogas. Cooper, o atleta, astro do time de beisebol.
E Simon, o pária, criador do mais famoso app de fofocas da escola. Só que Simon não consegue ir embora. Antes do fim da detenção, ele está morto. E, de acordo com os investigadores, a sua morte não foi acidental. Na segunda, ele morreu. Mas na terça, planejava postar fofocas bem quentes sobre os companheiros de detenção. O que faz os quatro serem suspeitos do seu assassinato. Ou são eles as vítimas perfeitas de um assassino que continua à solta? Todo mundo tem segredos, certo? O que realmente importa é até onde você iria para proteger os seus.

5- O conto da Aia – Margaret Atwood, editora Rocco, página 368.

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Sinopse: A história de ‘O conto da aia’ passa-se num futuro muito próximo e tem como cenário uma república onde não existem mais jornais, revistas, livros nem filmes – tudo fora queimado. As universidades foram extintas. Também já não há advogados, porque ninguém tem direito a defesa. Os cidadãos considerados criminosos são fuzilados e pendurados mortos no muro, em praça pública, para servir de exemplo enquanto seus corpos apodrecem à vista de todos. Nesse Estado teocrático e totalitário, as mulheres são as vítimas preferenciais, anuladas por uma opressão sem precedentes. O nome dessa república é Gilead, mas já foi Estados Unidos da América. As mulheres de Gilead não têm direitos. Elas são divididas em categorias, cada qual com uma função muito específica no Estado – há as esposas, as marthas, as salvadoras etc. À pobre Offred coube a categoria de aia, o que significa pertencer ao governo e existir unicamente para procriar. Offred tem 33 anos. Antes, quando seu país ainda se chamava Estados Unidos, ela era casada e tinha uma filha. Mas o novo regime declarou adúlteros todos os segundos casamentos, assim como as uniões realizadas fora da religião oficial do Estado. Era o caso de Offred. Por isso, sua filha lhe foi tomada e doada para adoção, e ela foi tornada aia, sem nunca mais ter notícias de sua família. É uma realidade terrível, mas o ser humano é capaz de se adaptar a tudo. Com esta história, Margaret Atwood leva o leitor a refletir sobre liberdade, direitos civis, poder, a fragilidade do mundo tal qual o conhecemos, o futuro e, principalmente, o presente.

Escrito em 1985, o romance distópico O conto da aia, da canadense Margaret Atwood, tornou-se um dos livros mais comentados em todo o mundo nos últimos meses, voltando a ocupar posição de destaque nas listas do mais vendidos em diversos países. Além de ter inspirado a série homônima (The Handmaid’s Tale, no original) produzida pelo canal de streaming Hulu, o a ficção futurista de Atwood, ambientada num Estado teocrático e totalitário em que as mulheres são vítimas preferenciais de opressão, tornando-se propriedade do governo, e o fundamentalismo se fortalece como força política, ganhou status de oráculo dos EUA da era Trump. Em meio a todo este burburinho, O conto da aia volta às prateleiras com nova capa, assinada pelo artista Laurindo Feliciano.

6- The Complete Book of Chalk Lettering: Create and Develop Your Own Style (English Edition) –  Valerie McKeehan, editora Workman Publishing Company, 177 páginas.

Sinopse: Utilizado em boutiques, cafés e em decoração de casa, a arte de rotulação de giz está mais voga que nunca. Valerie McKeehan, um destaque do Etsy cujo trabalho foi apresentado em revistas e sites da Good Housekeeping para o RealSimple.com, nos ensina tudo o que precisamos saber para criar lindos designs de giz desenhados à mão. O livro também tem um espaço de prática, com três “quadros” desdobráveis ​​- a capa interna e a capa traseira são forradas com papel de quadro-negro, onde pode-se treinar as técnicas. Possui mais de 60 lições, onde se aprende o ABC das letras (literalmente) e seus estilos básicos: serif, sans serif e script. Em seguida mostra como projetar um design, combinando vários estilos em uma peça coesa, adicionando sombras e dimensão, a dominar estilos de letra mais avançados e usar faixas, bordas e floreios. E, finalmente, nos propõe 12 projetos para mostrar as habilidades adquiridas!

Minhas impressões: Embora seja em inglês dá para entender bem as explicações, mesmo meu inglês não sendo avançado. O livro é bem explicado e tem muitas fotos mostrando como realizar o projeto. Gostei do fato de ter várias fontes para treinar e um passo a passo bem explicado de como elaborar cada projeto. As fotos são bem bonitas e dá para visualizar bem cada passo, tudo muito organizado. Na verdade quero aprender mais sobre lettering, pois estou amando o tema.

Bem… era isso que eu tinha para mostrar esse mês sobre meus livros, você gostaria de ler sobre algum livro em especial por aqui? Se sim, deixe nos comentários. 🙂

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Contando sobre leituras – Tartarugas até lá embaixo.

Nunca havia lido um livro do John Green, então resolvi ler esse livro quando vi vários comentários sobre a abordagem diferenciada que ele fazia sobre TOC (transtorno Obsessivo Compulsivo), achei o tema interessante.

Quando comecei a leitura achei que seria um livro meio adolescente, pois apresenta a história de Aza Holmes, uma adolescente de 16 anos e sua amiga de escola Dayse, escritora de fanfic de Star Wars, as duas tentam receber uma recompensa através de informações sobre um milionário.

Mas então, a partir dessa trama, o autor tece uma teia de acontecimentos que vão crescendo e tornando-se maiores, Aza vive em um espiral, como ela mesma define, de pensamentos que a dominam, vive presa por um medo de se infectar, abre constantemente  uma ferida para tentar sentir-se no controle, tem resistência em usar as medicações prescritas pela psiquiatra, pois não se conforma em ter que se medicar para ser normal. O livro te prende nessa espiral de pensamentos.

O drama da adolescência é somado ao drama do transtorno que a acompanha e um simples beijo a faz surtar em relação a contaminação, Aza tenta lutar contra os pensamentos, mas não consegue. o livro conta também com diversas citações, que complementam o pensamento do autor e enriquecem a leitura.

No final não há uma felizes para sempre, um final feliz como vemos em alguns romances, mas é um desfecho mais real de uma história, dentro de outros desfechos, achei essa resolução muito boa, foge do tradicional.

Essa visão do autor quanto ao TOC foi enriquecida por sua experiência pessoal e os medos que o acompanham. Em alguns momentos da leitura tentava pensar onde o título se encaixava na história e finalmente ele foi explicado.

Recomendo a leitura do livro e quero conhecer outros títulos do autor. E você, já leu algum livro do John Green? Conta aqui o que achou. 😊

Minhas leituras em abril

Quem me acompanha a um tempinho sabe que amo livros e planejamento, então hoje trouxe para vocês os livros que eu separei para ler esse mês, lembrando que minha meta é ler quatro livros por mês.

Também tenho tentado ler livros que eu não costumava ler e confesso que tenho gostado muito e me surpreendido com alguns títulos e autores, é sempre bom expandir suas opções e aprender um pouquinho com cada percepção e visão de mundo, um livro é capaz de nos fazer conhecer novos lugares (através do imaginário) e culturas.

Bem, mas vamos lá… vou apresentar cada um deles  e quem sabe você se anima a ler algum comigo.

1- Em algum lugar nas estrelas, Clare Vanderpool, editora Darkside, 276 páginas.

“A grande ursa negra, impressionante como a Ursa Maior, balançou a cabeça de um lado para o outro, e seu rugido fez tremer a passagem próxima da Trilha Apalache. Eu digo que é ela, mas a verdade é que não dava para ter certeza. Não havia marcas que indicavam que era fêmea. Não havia filhotes à vista. Mas eu sabia. Eu a conhecia como conhecia minha própria mãe. Era sua postura – a autoridade absoluta sobre nós, dois garotos presos por seu olhar. E era sua vontade inabalável de nos manter vivos.”

É dessa forma que a autora inicia o livro, que traz uma personagem com TEA (transtorno do espectro autista) e dia 02 de abril é o Dia Mundial da Conscientização do Autismo e existem vários níveis diferentes de autismo.

O livro é muito fofo, em sua estética, tem capa dura, estou gostando muito da leitura até o momento, depois vou escrever uma resenha, esse foi o livro escolhido pelo Clube do livro Infinistante, criado pela Maki, Mel e Loma, quem quiser se inscrever no clube é só clicar aqui.

2- O diário de Anne Frank, Tradução de Alves Calado, 49ª edição, editora BestBolso, 373 páginas.

Trata-se do relato de uma menina judia que ficou escondida anos em um sótão em uma casa se escondendo dos nazistas, junto com sua família, para tentar em vão sobreviver. Como gosto de usar diário em tópicos, esse texto em forma de diário e relatos curtos é de grande interesse para mim. Saber extrair apenas aquilo que é importante relatar no nosso dia a dia é um grande exercício.

3- O pequeno príncipe, Antoine de Saint-Exupéry, editora agir, 95 páginas.

Na contracapa do livro está escrito “Livro de criança? Com certeza. Livro de adulto também, pois todo homem traz dentro de si o menino que foi. Como explicar a adoção deste livro por povos tão variados, em tantos países de todos os continentes? Como explicar que ele seja lido sempre por tantos milhões e milhões de pessoas? Como explicar a atualidade deste livro traduzido em oitenta linguas diferentes? Como compreender que uma história aparentemente tão ingênua seja comovente para tantas pessoas? O Pequeno Príncipe devolve a cada um o mistério da infância. De repente retornam os sonhos. Reaparece a lembrança de questionamentos, desvelam-se incoerências acomodadas, quase já imperceptíveis na pressa do dia a dia. Voltam ao coração escondidas recordações. O reencontro, o homem-menino.” – Amélia Lacombe

Li esse livro quando era criança, ganhei de minha madrinha e estou ansiosa para ler novamente, espero conseguir fazer uma resenha sobre ele.

4- Amor e gelato, Jenna Evans Welch, editora Intrínseca, 319 páginas.

Trata-se de um romance que tem como plano de fundo a linda cidade de Florença, então estou muito empolgada para conhecer os lugares e a cultura, a autora viveu em ali parte de sua adolescência.

Texto da contracapa: “Florença é o lugar perfeito para se apaixonar e o pior lugar para ficar de coração partido”.

5- A travessia, William P. Young, Editora Arqueiro, 197 páginas.

Contracapa: “Jesus pegou a mão de Tony. – Na jornada que está prestes a começar, você poderá escolher curar fisicamente uma pessoa, mas só uma. Assim que escolhê-la, a sua jornada chegará ao fim. – Posso curar uma pessoa? Está me dizendo que sou capaz de curar quem eu quiser? – Na mesma hora, seus pensamentos se voltaram para o seu próprio corpo em um quarto de UTI. – Deixe-me ver se entendi. Posso curar qualquer pessoa que quiser? Jesus se inclinou na direção dele. – Na verdade, você não pode curar ninguém, não sozinho. Mas estarei do seu lado, e a pessoa por quem você decidir orar, eu a curarei através de você.”

“Um derrame cerebral deixa Anthony Spencer, um multimilionário egocêntrico, em coma. Quando “acorda”, ele se vê em um mundo surreal habitado por um estranho, que descobre ser Jesus, e por uma idosa que é o Espírito Santo. À sua frente se descortina uma paisagem que lhe revela toda a mágoa e a tristeza de sua vida terrena. Jamais poderia ter imaginado tamanho horror. Debatendo-se contra um sofrimento emocional insuportável, ele implora por uma segunda chance. Sua prece é ouvida e ele é enviado de volta à Terra, onde viverá uma experiência de profunda comunhão com uma série de pessoas e terá a oportunidade de reexaminar a própria vida. Nessa jornada, precisará “enxergar” através dos olhos dos outros e conhecer suas visões de mundo, suas esperanças, seus medos e seus desafios. Na busca por redenção, Tony deverá usar um poder que lhe foi concedido: o de curar uma pessoa. Será que ele terá coragem de fazer a escolha certa?”

6- Serafina e a capa preta, Robert Beatty, Editora Valentina, 240 páginas. Livro 1

Apresentação do livro: “Serafina nunca teve motivos para desobedecer ao seu pai e se aventurar além da Mansão Biltmore. Há espaço de sobra para ser explorado naquela casa imensa, embora ela precise tomar cuidado para jamais ser vista. Nenhum dos ricaços lá de cima sabe da existência de Serafina; ela e o pai, o responsável pela manutenção das máquinas, moram secretamente no porão desde que a garota se entende por gente. Mas quando as crianças da propriedade começam a desaparecer, somente Serafina sabe quem é o culpado: um homem aterrorizante, vestido com uma capa preta, que espreita pelos corredores de Biltmore à noite. Após ela própria ter conseguido – depois de uma incrível disputa de habilidades – escapar do vilão, Serafina arriscará tudo ao unir forças com Braeden Vanderbilt, o jovem sobrinho dos donos de Biltmore. Braeden e Serafina deverão descobrir a verdadeira identidade do Homem da Capa Preta antes que todas as crianças…
A busca de Serafina a levará ao interior da mesma floresta que tanto aprendeu a temer. Lá, descobrirá um esquecido legado de magia, que tem relação com a sua própria origem. Para salvar as crianças, Serafina deverá procurar as respostas que solucionarão o quebra-cabeça do seu passado.”

Descobri esse livro olhando na livraria e a contracapa me chamou atenção, depois conto o que achei.

Bem… são esses livros que pretendo ler esse mês. Espero que tenha gostado e que se anime a conhecer algum deles. 😊

Trazendo à memória

Uma das páginas que eu sempre deixo no meu bullet journal é a de memórias, cada dia eu escrevo uma palavra que marcou aquele dia para mim e esse mês foram muitas coisas.

Esse exercício diário me faz parar e refletir cada pedacinho do meu dia e tentar ressaltar apenas coisas boas dos momentos tempestuosos, mas é claro que muitas vezes não tem jeito, existem acontecimentos que despertam sentimentos muito fortes e que não tem como desvencilhar, ninguém está imune a situações desfavoráveis.

Esse mês aconteceram muitas coisas na minha vida e que me fizeram refletir, celebrar e chorar… cada uma delas foi colocada como lembrança a ser sempre consultada, estão marcadas nessa página.

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Esse mês aproveitei muito o tempo em família, fomo a praia e aproveitamos um mar calma, a água na temperatura certa, o sol estava agradável, me lembrou meu tempo de infância onde ficava horas dentro do mar. Esses momentos me proporcionam uma sensação de bem-estar imensa, parece que todo o estresse desaparece.

Fui a algumas cafeterias novas para conhecer novos lugares e desfrutar de novos sabores, além disso também conheci algumas marcas de café gourmet e pude trazer para casa café excelentes para aproveitar pelas manhãs, depois das 14h não posso tomar café, meu sono se vai… então a tarde geralmente curto tomar um chá, o que eu mais gosto é o de frutas silvestres.

Aprendi muitas coisas novas, experimentei novos desafios e estou amando cada um deles, estou praticando lettering sempre que possível, pensando até em participar de um workhop, melhorei um pouquinho, mas ainda preciso melhorar bem, às vezes sou impaciente e esqueço que tenho que desenhar as letras,aí quando vejo, já foi escrita meio desajeitada.

Outra coisa que marcou esse mês foram minhas leituras, minha meta é ler quatro livros por mês, mas já bati essa meta e estou lendo três ao mesmo tempo, não sei se vou conseguir termina-los ainda esse mês, mas estou muito feliz com os resultados.

Teve churrasco na casa da Dani, muitos amigos queridos juntos, aproveitamos os momentos de diversão para estreitar nossos laços, é muito bom quando se trabalha com pessoas tão especiais, que parecem uma família.

Celebramos a vida através dos aniversários de muitas pessoas especiais, março é aniversário de muitos primos e também de minha mãe e dos meus dois sobrinhos, fico muito feliz em poder celebrar com eles mais esse ano que Deus permitiu que estejamos juntos.

Ao contrário, também foi um mês em que perdi uma colega de trabalho, ainda tão jovem e cheia de sonhos, isso me fez refletir sobre a brevidade da vida, sobre a finitude de todas as coisas, mas também na esperança do porvir. Acreditar que aqui é apenas uma fração do que nos espera faz toda diferença na maneira que vamos nos portar diante da morte, mas nem por isso diminui a dor.

As águas de março foram muito presentes no início do mês, mas depois deram uma trégua, então viajamos um pouquinho, aproveitar o tempo de descanso mudando a rotina é sempre maravilhoso, aproveitar a companhia da família, reservar tempo para as pessoas que amamos.

O ócio criativo foi muito importante nesse período, sempre que posso aproveito meu tempo para relaxar e aprender coisas novas e que me deem prazer, mas não confundam ócio com preguiça. Ócio criativo é um tempo em que há uma pausa nas atividades laborais e que aproveitamos para ter atividades para descansar e ter momentos de lazer, geralmente o meu é a noite, mas como fiquei de férias duas semanas eu o estendi as tardes também.

Bom… esse foi o resumo do meu mês… espero que o mês de vocês tenha sido bom. Vocês se lembram de tudo que aconteceu? Que tal fazer esse exercício também, anotar cada detalhe de cada dia. Depois me contem o que acharam. 🙂

Acompanhando minhas leituras

Sou apaixonada por livros e ler é algo que me deixa feliz e realizada, para  mim é um prazer e uma forma de relaxar. E como amo planejar tudo, não é diferente com a leitura, por isso criei várias coleções no meu bullet journal para acompanhar e planejar cada livro que quero ler ou que já li.

Chamo de meu bujo literário e aqui falo um pouquinho de cada uma dessas coleções e de como elas me ajudam a organizar e aproveitar melhor meus momentos de leitura.

1- Minhas metas literárias para 2018:

Esse ano eu pretendo ler 48 livros, para isso eu preciso ler 4 livros por mês, essa coleção me ajuda a saber se estou conseguindo manter essa meta e ajustá-la quando necessário para conseguir atingir meu objetivo. Então fiz 48 campos e coloquei o número, cada vez que termino um livro eu marco um dos campos, bem simples mesmo. Aí, para ficar mais charmoso, usei canetas coloridas e marco com traços coloridos.

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Deixei um espaço embaixo, se eu ler mais do que minha meta tem espaço extra pra marcar. 🙂

2- Livros que eu li: esse layout eu já mostrei aqui, mas sempre é bom lembrar e eu amo essa estante e preencher cada livro desses é muito bom, fica mais completo e é uma vitória conquistada. Aqui eu coloco todos os livros que eu li por diversão, ou seja, não precisei ler para meu trabalho ou para nenhum curso, foi escolha minha mesmo.

Mas lembrando como usa, aqui os livros ficam com as lombadas em branco e quando eu termino de ler escrevo o nome do livro, depois dou uma colorida para enfeitar.

Já usei essa estante de outra forma, eu escrevia todos os nomes dos livros que eu pretendia ler e depois que terminava eu os coloria, mas aí eu ficava na obrigação de ler o livro ou teria que usar correto para tirar o nome, então mudei… essa é a beleza do bujo.

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3- Livros que eu quero comprar: como toda pessoa que gosta de livros eu também leio blogs sobre literatura e procuro sempre referências sobre o tema, então anoto o nome dos livros sobre os quais eu li e me interessei (muitas vezes não lembro o nome do autor mais e não tenho como anotar na hora). então anoto quando chego em casa ou quando consigo.  Quando compro o livro eu coloco um X na frente do nome e quando desisto de comprar eu corto o nome da lista, simples assim.

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4- Livros que eu comprei: Então… quando cada livro dessa lista que falei antes é comprado eu coloco na lista seguinte e separo por mês, geralmente eu compro os livros no início de cada mês e sempre renovo minhas leituras, tenho sido o mais eclética possível. Às vezes compro livros que não estavam na lista de desejos anterior.

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5- Acompanhamento de leituras: como leio vários livros ao mesmo tempo acompanho a evolução das leituras nessa página, separo por capítulo e vou colorindo a medida que eles são lidos. É bom ver a evolução de cada um e dá uma sensação de meta cumprida.

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Bem, esse é o meu bujo literário até agora, mas tem duas coleções que quero fazer, só que ainda estou pensado no layout que vou usar: Acompanhamento de gêneros literários e Completando minhas séries e quando estiverem prontos vou colocar aqui.

Além disso tenho me esforçado para ler livros digitais e quebrar um pouco o preconceito com esse formato de livro, pois a praticidade de ter vários livros a mão e poder ter horas e horas de leitura sempre disponível tem me feito repensar um pouco sobre o tema.

Bem, era isso que eu queria mostrar hoje… espero que tenha gostado. 😉

A leitura e a escrita, uma escolha

Muitas pessoas estranham o uso de um planner ou agenda em papel em plena era digital, acreditam ser mais prático o uso de um app do que de uma agenda. Então porque ir na contramão do sistema?

Eu escolhi usar o bullet journal por ser uma ferramenta organizacional completa, também por acreditar que sua flexibilidade e adaptabilidade são mais condizentes com meu estilo de vida, mas principalmente por me permitir um resgate de escrever e buscar melhorar minha caligrafia, coisas que andam esquecidas em nossos dias.

Eu sempre gostei do contato com o papel, das texturas, dos cheiros, das sensações produzidas, da realização de conseguir fazer uma letra diferente e tentar que cada dia seja mais bonita. Essa é a razão pela qual prefiro os livros físicos aos digitais, todas as sensações que temos ao folhear um livro, ao tocar no livro, fazer anotações, marcações, para mim livros são extremamente pessoais.

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Uma das lembranças que tenho de minha infância é a de quando eu olhava um livro amarelo que era dos meus tios e que tinha histórias que eu gostava, eu o tirava da prateleira e acariciava olhando as figuras e os símbolos, as letras, e eu me encantava quando minha mãe o pegava e lia para mim, era mágico, como aquele amontoado de símbolos se transformavam em algo cheio de sentido e diversão.

A mesma sensação de encantamento acontecia quando eu via minha mãe escrever, seja um bilhete, notas de compra, estudando… eu achava a letra dela linda e esperava que a minha fosse igual. E todo meu anseio era pode dominar aqueles códigos e saber ler e escrever, me comunicar, ter uma voz.

Sim, existem vários estudos neurolinguísticos que mostram a importância da caligrafia no desenvolvimento cognitivo de crianças e na detecção de algumas desordens neurológicas, mas para mim o que realmente importa são as sensações e aquisições que a leitura proporciona, ao terminar um livro você se sente enriquecido, adquire conhecimento, fica mais sensível e criativo, a leitura transforma e liberta a pessoas para inúmeras possibilidades de ser. E o melhor da leitura, ela se adapta ao que o leitor prefere, então basta escolher seu estilo literário favorito e se deleitar.

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Esses livros aí em cima são os que separei para ler esse mês… depois falo um pouquinho deles aqui. Já pensou em qual o próximo livro você gostaria de ler? Qual seu estilo favorito? Compartilhe aqui.