Falando sobre filmes – Dumplin’

Olá! Voltei!

Passei por um período meio pra baixo, analisando melhor aquilo que realmente era importante em minha vida e por isso fiquei ausente. Inventei de fazer duas pós-graduações ao mesmo tempo e isso me exauriu ao extremo, ao ponto de sentir uma sombra de depressão sobre minha vida. sério… só trabalhar e estudar sem ter tempo para fazer as coisas que eu amo e que me fazem bem quase sugou minhas forças e me tirou a alegria.

Bom… mas esse é um outro assunto. Depois se quiserem posso escrever sobre isso aqui.

Hoje vim falar sobre esse filme muito amorzinho que eu assisti e que foi indicação da Ana Clara Barbosa, do @cla.ilustra em uma cartinha que recebi dela. Bem, ela me enviou uma lista com várias indicações de livros, séries e filmes como desafio, se eu não tivesse lido ou visto 3 de cada eu deveria ver um deles e escrever um post e aqui estou.

Hoje me sentei para ver um deles e escolhi meio que aleatoriamente, pelo nome, o primeiro que me saltou aos olhos foi Dumplin’, digitei na ferramenta de busca na Netflix e ele estava disponível.

Sinopse: Sinopse Willowdean Dickson (Danielle Macdonald), é uma jovem acima do peso e bastante confiante com o próprio corpo, apesar de não ter o respeito de sua mãe, uma ex-miss (Jennifer Aniston). Quando se apaixona pelo atleta Bo (Luke Benward) e começa a ter inseguranças. Will decide entrar num concurso de beleza como forma de protesto.

Sério… essa sinopse não faz jus ao filme. Willow teve uma tia que a fez se sentir amada e aceita, mas ela mesma não se aceitava. Essa particularidade dela fica clara quando Bo lhe dá um presente e ela conta para sua melhor amiga Ellen (Odeya Rush) que diz que Bo gosta dela. A resposta de Willow foi que ele não poderia gostar dela, os dois eram muito diferentes.

Então Willow encontra uma inscrição para um concurso de miss adolescente nos pertences da tia Lucy que ela e a mão iriam doar (ah! a tia dela havia morrido) e que nunca teve coragem de enviar. É nesse momento que ela decide se inscrever para o concurso de miss junto com Ellen, mas em protesto e para aborrecer sua mãe, pois era claro seu desdém pelo concurso.

Nesse meio tempo Bo se declara para ela, que diz que não sabe o porque dele gostar dela e que eles no mundo real não funcionariam. Briga com Ellen quando vê que ela está se envolvendo e gostando de participar do concurso, pois ela facilmente ganharia.

A Willow não se aceitava e por isso não aceitava a visão que as outras pessoas tinham dela. Ela acaba se reaproxima da mãe e ao final do filme ela se aceita, sim ela está acima do peso, mas ela pode ser amada e amar. Ah! o título do filme é o apelido pelo qual a mãe chama a filha.

Bem… a minha vida inteira eu briguei com a balança, nunca estive no padrão de beleza das passarelas e nunca conseguiria estar, pois esse não é o padrão do meu corpo. Então o filme resgata um pouquinho de minha vivência na adolescência, por isso talvez eu tenha gostado tanto dele.  Mas no fim das contas é aquilo que pensamos de nós mesmos que vale. Se nos amarmos realmente as pessoas verão essa força e amor que emana.

Então minha mensagem para você hoje é essa: Se ame! Se aceite! Se descubra linda! Saiba que você pode ser feliz!

Se gostou do pouquinho do que eu falei aqui vai ver o filme… 🙂

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Ponto a ponto – Introdução

Olá!!! Como percebi que várias pessoas tem dúvidas sobre o método Bullet Journal e como ele funciona resolvi trazer um pouquinho do método de maneira bem detalhada, para isso vou usar dois livros – O método Bullet Journal: Registre o passado, organize o presente, planeje o futuro por Ryder Carroll (criador do método) e Diário em tópicos: Guia prático por Rachel Wilkerson Miller e Beatriz Medina. Então eu recomendo muito quem puder e se interessar comprar os livros.

Usando o método e lendo sobre ele eu me senti superconfortável em usa-lo, pois afinal de contas eu sempre gostei de planejamento e de registrar meu dia-a-dia e meus pensamentos. Quando era adolescente era comum as meninas usarem suas agendas para registrar sua vida e eu também adorava usá-la para anotar minhas memórias, colocar minhas atividades e tarefas e escrever sobre meus anseios e dúvidas, além de guardar todos os papéis de chocolate que eu ganhava, bilhetinhos de amigas, pétalas de flor… no final do ano elas ficavam cheinhas de lembranças e enormes, minha mãe dizia que parecia um leque.

Então quando conheci o BuJo a princípio ele parecia bem complicado, tinha uma linguagem própria, mas me encantou a proposta de novamente ter tudo em um só lugar e agora voltado para a vida adulta e bem mais conciso. No início tive dificuldade de encontrar material sobre o assunto e comecei a olhar fotos no pinterest e ficava frustrada por não conseguir fazer aqueles layouts bonitos e cheios de tabelas, tarefas e tudo mais que encontramos por aí.

Finalmente encontrei o site Bullet Journal do Carroll e aí é que fui me encontrando, vi um vídeo que resume bem o método e comecei entender realmente a essência e fui entendendo a melhor forma de adaptá-lo a minha realidade. Então assim que saiu o livro O diário em tópicos eu comprei e agora o do Carroll, que é maravilhoso e me fez compreender ainda mais o método.

Mas vamos ao método então…

O SISTEMA

O BuJo é a intercessão de todos esses processos, pois sua estrutura em módulos proporciona a flexibilidade que permite que o método permaneça relevante em cada momento da vida. Assim, para aproveitar o método ao máximo é necessário entender como as partes interagem e se influenciam.

Carroll sugere que consideremos cada parte do método individualmente e submeta-os a nossa apreciação e análise, sempre perguntando como ele poderia nos ajudar. O próprio autor/criador do método sugere que apenas as partes que façam sentido sejam usadas para que não causem sobrecarga e gere ansiedade, pois os componentes do método são, muitos deles, intencionalmente independentes. Então se não tem valor e utilidade para você basta não usar.

Os conceitos-chave do método são:

  1. Índice: serve para localizar o conteúdo do BuJo. Carroll diz que é muito importante, eu faco e uso esporadicamente, mas me facilita quando quero localizar uma coleção que não preciso usar com tanta frequência, mas conheço várias pessoas que não usam e que não sentem falta. O que eu recomendo? Comece usando e quando for migrar para um novo caderno avalie se foi importante ou se é dispensável. Mas lembre-se: seus cadernos ficarão guardadas e quando você precisar consultá-lo deve ser capaz de recuperar a informação desejada.
  2. Registro Futuro: local onde você guarda as tarefas e eventos fora do mês corrente, deve ser consultado cada vez que um novo mês será planejado.
  3. Registro Mensal: é a visão geral das datas e tarefas do mês atual. Faz-se um inventário mental com aquilo a que estamos nos dedicando, a que deveríamos nos dedicar e a que gostaríamos de nos dedicar. Assim traçamos nossas metas e podemos dedicar esforços ao que é importante realmente.
  4. Registro diário: usado para registrar rapidamente tarefas e pensamentos ao longo do dia. Muitas pessoas utilizam o registro semanal como opção ao diário, eu sou uma dessas pessoas, mas usei o diário por muito tempo e percebi que sempre era necessário um mesmo espaço, mas no próximo mês (maio) retorno ao diário, pois farei novas atividades e acredito que precisarei de mais espaço para registra-las.
  5. Registro rápido: são anotações suscintas associadas a símbolos e categorizadas como notas, eventos, tarefas. Eu ainda utilizo um símbolo para ideias que me ajuda a localizar mais facilmente só olhando para a página e assim recupero mais rápido o que preciso.
  6. Coleções: são os módulos usados para guardar conteúdos relacionados e que voc~e deseja monitorar. Atualmente eu utilizo as seguintes coleções: Memórias, gratidão, rastreamento de hábitos, monitoramento do sono, controle financeiro, entre outros, que irei apresentar aqui no decorrer da série.
  7. Migração: é o processo mensal de filtrar o conteúdo insignificante do caderno. Tudo aquilo que temos demandado energia e que não precisamos mais nos preocupar ou podemos deixar para outro momento.

A partir de agora cada um desses tópicos será abordado periodicamente aqui com o intuito de ajudar você a usufruir da melhor maneira possível do método e torná-lo proveitoso e prazeroso. Se quiser fique a vontade para deixar suas dúvidas e sugestões aqui nos comentários, ou envie e-mail se preferir.

Ah! E se não quiser perder nenhum assunto aqui do blog cadastre seu e-mail e você receberá um aviso sempre que um novo post for publicado. Prometo que não vou encher sua caixa de entrada com mensagens vazias e propagandas. Também pode seguir minha conta no instagram (@colorindoideiasbr), sempre tem fotos do meu BuJo e de lettering e desenhos.

Hoje era isso que eu tinha para falar. Um beijinho e até breve! 🙂

Bullet journal 2019 – Abril

Oi!!! Quanto tempo não é mesmo… muitas tarefas e não estou conseguindo vir aqui sempre, mas vou aproveitar um tempinho livre para colocar em prática várias ideias que tenho aqui para o blog.

Mas hoje trouxe meu  bujo de abril… tenho procurado conhecer aquilo que melhor me atende e a cada mês adaptar o método a minha rotina e necessidade, depois que comecei a ler o livro O método Bullet Journal do Ryder Carroll muitas coisas ficaram mais claras para mim. Nada como apreender os conceitos direto da fonte, não é mesmo.

Muitas das coisas que eu uso aqui não fazem parte do método original, mas sim da minha adaptação dele, e é isso que o torna tão extraordinário, ele é adaptável e flexível a rotina de cada um. Então devemos cada vez mais buscar refletir sobre nossa rotina e realidade e trazer essa reflexão ao nosso planejamento.

Bom, vamos então ao meu bujo desse mês. Os itens que fazem parte dele são: Capa, registro mensal, página de memórias e gratidão, sleep log, habit tracker, registro semanal. Vou colocar as fotos e falar brevemente sobre cada uma delas.

  • Capa: todo mês eu coloco uma capa antes de iniciar o planejamento, essa parte pode ser dispensável para algumas pessoas, mas para mim é muito importante, pois significa um recomeço, um marco dentro do meu ano, uma nova chance de tentar novamente realizar algo que eu desejo ou mudar aquilo que não me traz nenhum crescimento ou conhecimento.
  • Registro mensal: uso em forma de calendário e aqui coloco sempre minhas metas do mês, livros que quero comprar e que estou lendo, ideias para executar durante o mês e notas importantes.

No calendário eu anoto eventos que já estão previamente anotados no registro futuro (anual) lá no início do caderno, ou novos compromissos que vão surgindo ao longo do mês, mas ainda não tenho onde anotar. Tudo que é importante eu coloco aqui.

  • Página de gratidão e página de memórias: para mim essas duas estão atreladas, caminham juntas e são uma parte muito importante. Basta colocar uma palavra ou uma frase curta que me faço lembrar de algo que marcou o meu mês e que me fez feliz e grata. Nem sempre as memórias são doces, mas fazem parte de quem eu sou e de quem me tornei, são importantes para meu crescimento.

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  • Sleep log: ainda estou aprimorando esse sistema de monitoramento do meu sono, antes eu só anotava quantas horas eu dormia, mas a quantidade apenas não é muito significativa, também é necessário a qualidade, então coloquei um color code para saber como está meu sono e quais os horários em que ele altera, percebi que a maioria das vezes que eu tenho insônia eu acordo entre 2h30 e 3h da manhã. Depois de analisar os meses pretendo verificar em qual época do mês isso ocorre e se tem relação com alguma coisa que aconteceu no meu dia.
  • Habit Tracker: aqui nessa página eu coloco hábitos que eu quero cultivar e vejo se estou seguindo. Antes eu fazia listas enormes e colocava em páginas mensais, aí ficava frustada por ficarem incompletas, por não cumprir ou por não lembrar de marcar. Então passei a usar em meu spread semanal e reduzi a atividades importantes no momento para mim, usei dessa forma por um ano e assim adquiri o hábito de preenchê-la.

Em março voltei ao layout mensal e tenho lembrado de preencher diariamente, mas alguns hábitos continuam em branco, me lembrando que preciso ter mais força de vontade e disciplina para poder cumprir tudo aquilo que desejo fazer.

  • Registro semanal: esse tópico é uma alteração e adaptação do método original, pois o que o criador do método propõe é um registro diário, onde o espaço não fique limitado e reduza seus registros. Eu optei pelo registro semanal porque sou muito ansiosa e o fato de não poder anotar todas as atividades que tenho para a semana aumentava essa ansiedade, além disso usei o registro diário por dois meses ano passado (janeiro e fevereiro) e percebi que minha rotina é bem parecida e que eu sempre usava um espaço igual todos os dias, então mantive esse espaço entre as datas e ficou tudo tranquilo para mim. Isso não quer dizer que esse espaço não possa aumentar ou que eu não vá usar o registro diário, por isso amo esse método, ele pode ser o que eu quiser no meu momento.

Esse é o método que eu uso para me planejar todos os meses…

E você, como se planeja? Deixa sua resposta aqui nos comentários ou envia e-mail. Quero conhecer sua rotina e suas ideias.

Ah! E, se quiser, se inscreve aqui, deixa seu e-mail que sempre que tiver post novo você será avisado. Abraços! 🙂

Bullet journal 2019 – Março

Olá! Fevereiro passou rápido e fiquei bem atarefada, além de ter ficado gripada, então fiquei ausente aqui e devendo trazer vários artigos que quero escrever, mas aproveitei a pausa do carnaval para dar um pulinho aqui e te mostrar como vou organizar meu mês de março.

Esse mês eu escolhi o tema Girl Power para compor as semanas em comemoração ao mês da mulher e esse tom coral que combinou com os adesivos que comprei da Andressa do @cruellaatelie. Achei que ficou bem lindinho!

Na capa de março usei um layout bem básico, apenas escrevi março com a ponta pincel, colei um adesivo com uma inspiração para o mês, leitura e tranquilidade e escrevi GRL PWR.

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Para o registro mensal eu mantive o calendário, tinha pensado em fazer igual ao que o Carroll propõe no método, mas não consegui e também lendo o livro uma das coisas que ele fala do bujo é que ele é adaptável a necessidade de cada um, então desencanei da necessidade de seguir tão a risca o original.

Deixei um espaço para colocar minhas metas do mês, também tem um espaço para colocar ideias aqui para o blog e para o meu Instagram (já me segue lá? Não! Então clica aqui.) e os livros que eu pretendo ler e comprar, pesquisar mais sobre outros e fazer resenhas de alguns. Em seguida coloquei minhas páginas favoritas, memórias e gratidão, mantendo um layout simples, mas que tem funcionando bem para mim. Acrescentei uns adesivos fofíneos para dar um ar mais alegre.

Agora vou falar sobre as novidades no meu bujo, esse mês resolvi colocar meu Sleep Log e Habit Tracker em duas páginas separadas do spread semanal, já estou habituada a preencher essas páginas e acho que vou lembrar de preenchê-los, diferente de antes, depois conto se vai dar certo.

Mês passado fiz entre as semanas um planejamento de minha rotina ideal em uma página separada e gostei muito, ela é um esboço daquilo que devo fazer para meu dia fluir sem estresse e atrasos, então resolvi mostrar para você aqui, pois já havia colocado lá no meu IG.

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Meu registro semanal voltou a aparecer aqui. Lembra que em fevereiro eu tentei usar o registro diário? Então… não deu certo eu ficava ansiosa para colocar tudo que havia planejado para a semana e esse é o objetivo oposto do método. A diferença é que agora ele tem muito mais espaço para eu anotar aquilo que aconteceu no dia.

O que eu usei: caderno Leuchtturm1917, caneta Tombow dual brush 873 (Coral), caneta unipin 0.1, canete Tombow fudenosuke hard, adesivos da Cruella.

E era isso que eu queria mostrar a você do meu planejamento mensal! espero que tenha gostado. Beijinhos e até breve! Fale um pouquinho como você se organiza também.

 

 

Bullet Journal 2019 – Fevereiro

Esse ano vou mostrar para você o passo a passo da elaboração do meu bujo a cada mês: como fiz os desenhos, materiais que eu usei e ideias diferentes que podemos usar para tentar torná-lo mais do jeito que a gente precisa. Os materiais vão variar ao longo do ano para mostrar como ele pode ser versátil usando diversos acessórios que temos em casa e que não precisam ser caros, necessariamente.

Nesse mês de fevereiro eu fiz algumas alterações no layout da primeira semana, não sei se vou manter assim as próximas semanas, mas não vai ter aquele spread semanal formatado, resolvi que vou fazer o  registro diário.
O por quê dessa decisão? Comprei o livro O método Bullet Journal, Ryder Carroll, ed. Fontanar, 326 páginas e vou tentar me manter o mais próxima possível do método original e assim poder utilizá-lo da melhor forma para mim. Mas… vou testar aos poucos esse mês, então comecei com os registros diários mesmo.

Então vamos lá… Esse mês o tema escolhido foi galáxia e toda a decoração do caderno vai ser com base nesse tema, a cor escolhida foi rosa e usei a cor 723 (pink) da Tombow para ser a de destaque. Não fiz a minha página de inspiração esse mês, porque pretendo colocar o quadro no meu escritório em breve. Se eu sentir muita falta dessa página ela volta mês que vem.

Para o registro mensal eu mantive o calendário que venho usando há quase um ano e tem funcionado bem, mas reduzi o tamanho um pouco para ter mais espaço para o quadro de metas, ideias e eventos. Gostei bem do resultado…

Mantive minha página de memórias e a de gratidão, também com layout bem simples, usei alguns adesivos para compor e fiz uns desenhos bem simples. Achei que a página ficou mais bonitinha com esses desenhos, mas vamos ver se vai ser funcional também. Fiz várias fotos mostrando porque eu realmente gostei.

Finalmente chegamos ao daily log, e aqui você vai perceber que mudei muito o layout e fazer colagem, para isso imprimi algumas imagens de galáxia do Pinterest, mas para essa semana usei só umas faixas de uma das imagens, se quiser ver a imagem original clica aqui ou segue meu perfil colorindoideias que sempre coloco novidades lá.

Como não vou colocar as datas predefinidas lá usei um recurso que já vi, mas como não quis cortar a folha do meu caderno usei uma das folhas destacáveis do final do caderno e cortei, usei fita dupla face para colar e fiz uma washitape para fazer o acabamento. Nessa meia página vou colocar minhas tarefas, o acompanhamento das minhas mídias sociais e o habit tracker. Meu sleep log vou fazer separado, mas ainda não defini o layout, então depois de pronto vou colocar lá no meu instagram.

Materiais usados:

  • Caneta dual brush Tombow nas cores 723 (pink), 761 (carnation), 800 (baby pink), 062 (pale yellow), 243 (mint), 620 (lilac), 451 (sky blue)
  • Adesivos transparentes de uma cartela que comprei na @dessamore
  • Adesivo rosa de uma cartela que ganhei
  • Caneta unipin fine line 0.5
  • washitape salmão 5mm
  • Fita adesiva dupla face
  • Cola em bastão.
  • Bem… esse foi meu mês de fevereiro, usei materiais diversos dessa vez e tentei ser mais criativa… E o seu, como ficou? conta aqui nos comentários! ☺️ Abraços e até a próxima.

    Aprendendo fotografia #5 – iluminação

    Como falei aqui anteriormente fotografia significa escrever com luz, então não é possível fazer uma fotografia sem iluminação e por isso a iluminação é um assunto de extrema importância e pode nos ajudar a criar diversos efeitos. Portanto, quanto mais observarmos a iluminação disponível no momento de fazer uma fotografia, percebemos a qualidade, direção e intensidade da iluminação, mais bonita ficará a nossa fotografia.

    Vou falar um pouquinho sobre os tipos de luz, suas características e os efeitos que elas podem trazer para a fotografia. Em cada fotografia que eu colocar aqui tem uma legenda para que você seja direcionado a imagem no google.

    Luz Difusa – se caracteriza por uma iluminação mais suave, uniforme e sombras mais suaves, é necessário um instrumento que faça esse luz dispersar suavizando-a. Em ar livre pode ser uma nuvem cobrindo o sol, em estúdio são usados objetos como tecido ou mesmo acrílico jateado para fazer esse efeito e como a luz não chega diretamente ao objeto principal cria uma imagem com menos sombras.

    A Luz Direta deixa a imagem com sombras mais duras, contraste mais acentuado que se caracteriza por sombras e cores fortes. 

    Contra Luz é quando nosso ponto principal de iluminação está atrás do objeto fotografado e de frente para a câmera. Podemos usar esse tipo de iluminação para fazer uma luz de contorno, assim teremos uma luz suave na frente do assunto e uma luz de contorno em volta do assunto. Eu simplesmente adoro esse tipo de luz para fotografar.

    Essas fotos aí embaixo são minhas, foram tiradas no celular mesmo.

    E deixo também algumas fotografias com diferentes tipos de iluminação para você treinar o olho e também começar a perceber qual melhor te agrada. Eu gosto de fotografia de natureza e de explorar a contra luz, me conta o que você prefere.

    Ah, o próximo assunto sobre fotografia é sobre tipos de fotografia e vou deixar aqui alguns programas que eu uso para edição, mas sobre esse assunto eu não vou falar, apenas trarei os programas e se são gratuitos ou pagos, pois não tenho conhecimento para falar sobre eles.

    Por hoje é só, espero você aqui de novo. Abraços!!! 🙂

    Caligrafia para relaxar #5

    Olá! Tudo bem com você? Espero que sim… Fiquei um tempo longe daqui para poder reduzir minhas atividades e descansar um pouco, já que não tirei férias! E uma das coisas que eu mais fiz nesse período foi lettering, li livros sobre o assunto, assisti vídeos, comecei um curso online… então começo o ano por aqui continuando com a série sobre o livro Caligrafia para relaxar – Amy Latta, Editora Sextante.

    Hoje vou falar sobre as lições 17 até a 25 que foram as que eu fiz até agora… preciso terminar o livro, mas já sei que alguns capítulos vão ficar bem para o futuro como no capítulo 43 que aborda a técnica de embossing, pois não tenho o material e no Brasil custa muito caro. O que eu percebi a medida que fui fazendo as lições é que elas estão ficando meio arrastadas, muitas coisas se repetem e não há muitas novidades quanto a fontes e técnicas. Mas vamos as lições…

    O capítulo 17 sugere uma frase elaborada em formas simples, mas que dão um bom acabamento na arte final, então é sugerido o uso de um ramo com faixa e uso de fontes de tamanhos diferentes. sei que o título fala de formas simples, embora para mim as formas circulares não sejam nada simples, como dá para ver na foto abaixo. Sério, no rascunho ficou lindo, mas na hora de passar a caneta ficou assim, mas valeu o aprendizado e a frase seguinte me animou.

    Os capítulos 18 e os seguintes, até o 22 são dedicados a técnica de brush lettering… são sinco capítulos pois a autora preferiu dividir em tipos de letras, por exemplo, letras com curvas, curvas fechadas… A frase do capítulo dezoito tem tudo a ver com meu início nesse técnica – Cometa erros. A verdade é que quando eu via os vídeos de brush lettering parecia tão simples as meninas lá escrevendo e aí eu ia tentar e as letras saiam horrorosas, o traço era todo igual, não tinha nenhum domínio o traço fino e grosso… nos exercícios eu conseguia fazer os traços, mas na hora de escrever… Socorro. Cometer erros faz parte do processo… Mas não desista! É possível sim, com muita prática e persistência.

    Lembra daquela frase lá do início das lições? A prática leva a evolução. Com o tempo você vai aprender como segurar a caneta da maneira certa para que o traço saia natural e vai dominar a pressão que você tem que colocar na mão, a cada palavra vai percebendo que a letra está ficando mais bonita e ficar super feliz com a forma que ela vai ganhando. O material também ajuda muito, escolha uma caneta mais firme para começar, as que eu mais gostei foram a Tombow, a Koi e a artline, s pontas são firmes e tem um tamanho bom para fazer letras maiores. Também dá para usar uma waterbrush com nankin e aquarela. Canetas com cerdas mais maleáveis são mais difíceis de controlar o traço no início. Então não desanime, treine bastante (eu usei essa apostila da Tombow para treinar) e teste os materiais para saber o que você vai se adaptar melhor.

    No capítulo 23 aprendemos a dar dimensão com luz e sombra as artes, essa é uma forma muito legal de valorizar as letras, mas é bem complicado no início, pelo menos para mim, saber onde eu devo colocar a sombra, eu copiei como estava no livro, mas não tinha entendido bem, até pesquisar mais sobre o assunto. Mas mesmo assim eu gostei bem do resultado que teve o lettering, até postei ele lá no meu IG.

    No capítulo 24 a autora mostra o espaço negativo, o feito é bem legal, mas vou confessar que sou bem pão dura com minhas canetas e gastar pintando com preto as setas foi bem difícil pra mim… mas deu um efeito que eu gostei muito. Então, vou tentar usar mais vezes.

    No capítulo 25 fala sobre princípios de design através de unidade, equilíbrio, escala, ponto focal e contraste. Gostei muito desse capítulo, mas ainda preciso me aprofundar nesses conceitos, para mim o mais difícil é definir o ponto focal da frase.

    Bem, hoje era isso que eu tinha para falar! Mas em breve vem muitas novidades por aqui, então se inscreve aqui que sempre que tiver post novo eu te aviso por e-mail, prometo que não vou encher sua caixa de entrada com mensagens e propagandas. Deixe seu comentário também… me conta se você faz lettering e quais suas dúvidas.

    Um beijinho e até a próxima! 🙂